quinta-feira, 3 de setembro de 2009


Bailarina Soldado de chumbo!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009


Menina de sonhos

Que um dia na amargura

Transbordou lágrimas diante da escuridão...


Menina de rosto leve, alma pesada

Era quase uma pedra teu coração...


Menina de rosas, pele macia

De sonhos loucos se fazia...


De tanto que sonhou, um dia morreu

Sem deixar ás sobras do que passou...


Era disvirgem, descrente...

Ausente dos sonhos que nunca realizou.


Luanna labres.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Semente.


Sou apaixonada pelo seu sorriso

Pelo seu mundo, meu abrigo

Amor de verdade... Cumplicidade.


Sou metida a poeta

Lunática perversa

Enroscada em sua pernas...


Pele de seda, minha morena cereja

Sou sua flor, seu amor...

Um arco - íris colorido

Brilhante, ofegante...

Radiante nos trilhos solares.


Pérolas negras nos olhares

A cruzarem por oceanos profundos

Ao lindo mar azul...


Você é minha semente

E eu te amo, do tamanho do universo.


Luanna labres.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Bruno Andre.




BOM DIA FLOR DO DIA!


me acorde no ponto mais alto do sol abraça-me em busca da cura para que tudo se vá de uma vez das lágrimas que caíram na calçada a natureza já levou da leve sensação que será difícil, eu sei.


não temer é tolice e perder é necessário chorar derrotas futuras não lhe fará vencer é essa a menina que espera o futuro engasgando o presente por anciar os próximos minutos


sei que pode ver alémmas não ve nossos mares de libertação dos males que não voltarão ficaram nossas cançoes e sorrisos pretenciosos juvenis


é essa a menina que aguarda os bons frutos ela precisa se ausentar tirar o azul de suas veias retornar para o seu caminho amar e amar...


pra você o horizonte à lhe esperar das cores do seu cachecol em buchechas de maçãs nesse indo e vindo constante de escolhas de palavras tão singelas


para abraçar e ser abraçada como a onda que chega na praia calma sem se importar em ter que voltar


agora é mulher e nem notarás que as madeixas cresceram mas o futuro é ali e não precisa ser complexo! precisa ser vivido...




Eu te amo, Obrigada por estar em minha vida.


Sem titulos e sem creditos.


Diante dessa minha incapacidade de por um freio nesse meu jeito de mostrar como eu amo, não busco lógica em nada que eu faço... no fim de tudo sou quem junta os pedaços dessa paixão que se aninha apenas no meu coração... É só me olhar para você ver como eu sou, eu sou do tipo que não vive de aparências e quando eu amo, eu amo mesmo sem medir as consequências, e no amor sou eu quem sempre sai ferido por me entregar de corpo e alma aos carinhos, não tenho forças e por amar demais não sei agir com a razão!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Espinhos e Fardos.


Existem dias que a soberania

Exala pelos corpos dos seus

Distintos humanos.


Nessa soberania se acomodam

Espinhos e alguns fardos.


Fardos que transmitem

Pontos de realidade...

Da cura insana

De mentes doentes


Estes que atingem o ego dos ditos

Humanos de verdade.


LUANNA LABRES.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009


Deus não da o mel ao amargo.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

MODERAÇÃO.


Paredes de concreto

Olhos fechados

Escuro.


Multidão em pés descalços

Exames de rotina

Turbilhão.


Unhas ruídas

Terra no buraco

Outra vida.


Pais distantes

Filhos reprimidos

Desequilíbrio.



LUANNA LABRES.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

D.


Gosto de um verbo que se conjugou, no meu corpo a muito tempo.
Com um sabor á pedra no sapato... Sabe o verbo sem sujeito, substanciado na saliva que falta?
Não me arrependo das horas que perdi a esperar - te. Meu inverno este ano terá asas e não serás tão cinzento... Recordaras de cores amplas e vivas. Quero um inverno a teu lado... Um monumento de boas memórias e histórias subcutâneas.
Mas por vezes minha querida, escuto no quarto um escuro muito vazio.
Fico mordiça por entre os lençóis que não tem o peso que preciso, ponho - me a pensar que tudo me foge, que não sou uma alquimista de pólos inversos e que nada reluz em minhas mãos.
Sabe, amor, por vezes o vazio é tão grande que parece que vai engolir - me naquela cama desfeita onde se aninha a vontade de ser contrabandeada num negocio de beijos e abraços.
Sinto saudades do teu tacto.
Sinto saudades tuas. - Daquelas constelações do teu olhar a pingar ofegante entre estrelas voadoras... Comovidas voaras contigo por todas as terras da coragem.

Entretanto só queria lhe dizer, que gostaria de ter com quem partilhar a máquinas de lavar roupas.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

...


As Vezes o que é da gente, já não é mais... Mais sempre ficara algo aqui.




PS: Dentro de mim.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

... há qualquer coisa.




Há qualquer coisa de estranho
nas luas sem árvores habitadas dentro das memórias

em que me vergo e onde te vejo à janela recta do teu mar.


Há qualquer coisa, estranhamente íntimo,

nosso, supremo e derradeiro, neste tempo em que me sento ausente,

aqui,

e sou,

e és,

e somos,

flores líricas de papel,

buriladas à pedra tenra das palavras.


Há uma lucidez (de)mente no verbo estampado em cada dedo,

tal arado indomável de várzeas em mãos abertas,

na senda d’águas convergidas, génese de nossas vidas.


Há qualquer coisa maior que nos respira em pulmões batráquios de plantas com guelras,

que se emancipa e nos desconserta

quando nos experimentamos

e no vácuo nos amamos (tanto)na fome,

na míngua,

na lágrima e logo pranto,

e nos enleamos d’hossanas homéricas,

de cantos profanos, e somos, tão-somente,

amantes, átomos livres,

viajantes pendurados em lagos pré-inscritos p'lo degelo rápido dos sentidos.


… há qualquer coisa, imenso e sem tamanho, no tamanho infinito!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Sem nome.

Era um poema mais não consegui termina - lo...

Tudo que restava
Entre suor, sede e fome...
Imaginavam a sorte daqueles
Que atravessam as vitrines
Entre calçadas de classe.

LUANNA LABRES

PS: Vou passar a andar com maquinas fotográficas. Tchau na cara.

segunda-feira, 20 de julho de 2009


O mal do pensamento

Os Celtas

O despertar das bruxas.


Na natureza sacrossanta

Toda vida teria sido realçada


Séculos, surgimento e crescimento

Vento, Fogo, agua...

Meus elementos.


Fornecer o colorido

Criar plantas e cristais.


Queria ser os quatro reinos

Saber das almas que atravessam

Esses mundos...


Queria saber fazer magia

Inventar astrologia.



LUANNA LABRES.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Voltas Redondas.


Dançaria com você na chuva

Beijaria seus sonhos

Transformaria todos os desejos em realidade.


Te esquentaria em noites frias

Cantaria ao pé de seus ouvidos

A mais bela das canções.


Amaria sua pureza e sua insanidade

Teu corpo seria meu prazer

Em redemoinhos anestesiados.


Tomaria sua toalha em voltas redondas

Marcando teu ser ressaltado em meus desejos

Vendo em seus olhos o mais puro amor...


Você seria a cura da alma existente em mim

O meu poder, minha plenitude...

Você seria minha felicidade.


LUANNA LABRES.


quinta-feira, 16 de julho de 2009

Minha.


Meus sonhos serram seus

Minha vida será sua

Seu amor é meu

E você também é minha

Minha vida só tem sentido hoje

Porque faço parte da sua vida.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Tenho não temas.


Não misture vícios com bom gosto

Moda com riqueza

Fama com decadência.


Não misture palavras boas

Palavras falsas

Palavras...


Não tenha medo da dor

Não tenha medo do amor

Não tenha medo...


Não temas nada...

Não pense em nada...

Mais seja tudo...


Conquiste o mundo.
Luanna labres.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Jissô.


Imagem Verdadeira, Harmonia e Proteção.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O amor e a dor.


O Amor é um ego ferido

Um ser alinhado, estampado

O amor é o refugio do mundo

Certo, inseguro e contemplado.


O amor é a saudade, amizade

É o leito da morte da humanidade

O amor é dor, é uma flor, uma gota de nada.


O amor é de românticos

Cegos, mudos e calados

O amor é o refugio de humanos desesperados.





Luanna Labres.





quinta-feira, 9 de julho de 2009

Cristovão


Vejo do outro lado da cidade

Reflexos e luzes presos entre

Pessoas que andam pelo mesmo lado.


Sento - me ao lado de amigos

Em um lugar afastado.


Ali um edredom colorido e estampado,

Observo todos atentos e meio largados...

Fico a pensar nos encaixes em que nos

Levou ate ali.


Dos berços da maternidade

Ao trago do cigarro...

vodka pura alimente seu organismo

Assim trazendo um pouco de felicidade.


Ao menos é isto que muitos acham...

Certas bebidas não tocam teu coração

Mais mostram o outro lado desta insana

Humanidade.


Não desejo outra vida!

Assim vejo todos os traços

Todos os lados...


Pessoas como eu, talvez não conquiste

Tantas coisas vindas da sociedade...

Pois estas sabem ser ruim,

E nunca olham prós lados...


Acham que somos a podridão do mundo

Mais são eles que fazem do mundo

Um centro de egoísmo sujo.


Não sinto vergonha do que sou

Sinto pena de quem nunca soube

Valorizar todas as formas de amor.


Neste momento estou parada olhando todos eles,

A forma que cada um sorri...

Eu, estava ali... Olhando para mim.



LUANNA LABRES


Participaram deste poema: Talita, Filipe, Renan, Júnior, Daniella e Nilo.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

La Paz


Como pombas brancas

Estrelas cadentes

Duendes.


Como fogo, agua, oxigénio

Como a terra que gira, gira...

E desaba.


Como a guerra ressaltada

Em matérias de jornais

"morrer as vezes não doí"


Não pensarei na morte como algo ruim

Pensarei como serás la paz...

Quando eu me ir.


Penso em flores, cores e frutos

É um outro mundo

Uma outra vida

Um novo barulho.



Luanna labres



Paz Danilo.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Ele


Eram olhos de jaboticaba

Cabelos longos, pretos aos olhos

Um jeito todo protetor.


Era alegria, misturada com muita tristeza

Sorrisos e lágrimas

Amigos ate longe da beleza.


Era festa e bebedeira

De mãos dadas por muitas Vezes

A noite inteira.


Hoje mesmo sem lua

Hoje mesmo sem sol


Ele esta aqui...

Segurando minha mão.




Luanna Labres

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Quirologia


Mãos, estrutura completa.






Quiromancia é a prática de predizer o destino a partir das linhas, marcas e padrões das mãos, particularmente das palmas.




OCUPANDO A MENTE!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Pra Ela.


Ela é feita de um jeito todo especial

Ela é composta como uma bela valsa

Ela é radiante como a luz do sol

Ela é o infinito dos meus sentimentos

Ela é minha poesia, minha inspiração.


Ela tem um colorido nas mãos

Ela tem os olhos de paixão

Ela levou meu coração.


Ela tem minha pintura, minha partitura

Ela tomas acima o meu amor completamente

Ela debruça nas lindas manhãs o seu reinar

Ela sempre foi assim do fogo á jasmim.


LUANNA LABRES

terça-feira, 30 de junho de 2009


Serás sempre uma boa descoberta!



Tudo que tenho a dizer, agora com 22.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Bala Perdida

Estava perdida na esquina
Nos becos daquela vila
Da janela pequena até a ultima saída.
Estava desejando outra vida
Prós negros, mulatos e branquelos
Que seguem pelo morro planejando
Mais um duelo.
Queria ver essa gente contende
Numa roda de samba em um botequim qualquer
Aqui minha esperança não espera mais por santa.
Queria ver os moleques da vila
Soltando pipa...
As meninas com doze estão dando bola pra traficantes
Essa é sua única saída.
Aqui a beleza é escura
Os postes de rua vivem quebrados
São tiros, armas, gritos pra todo lado.
Filhos de santo, santinho aqui não é
Santas mães já não podem orar por seus filhos
Eles nascem já sabendo o seu caminho.
Aqui a moda é bala perdida
Perdida como meu barraco
Perdida como a fé inexistente
Perdida como os olhos tristes
De toda essa gente...
LUANNA LABRES

terça-feira, 26 de maio de 2009

PICADEIRO

Rancorosa alma perdida
Entre espinhos de rosas murchas
Um leve toque de pálpebras
Molhando o afago da solidão
Mágica poesia colorida
Criada entre magia de palhaços de circo.
Na cor da pele e na tinta vazia
Do solitário sapato perdido atrás das cortinas.
Toque de mãos em aplausos falsos
Em um cenário sem inspiração.

Malabares caídos, trapezistas extintos
Cavalos banidos do circo que vivia em meu coração
De frente ao espelho o palhaço se monta
Trazendo para dentro si a alegria da transformação
O espetáculo esta dentro de si
Mais cade toda a multidão?

O circo foi - se embora
Não és época de fantasia
Todos se esqueceram da grande magia
E dos artistas da vida que emocionaram tantos corações.

LUANNA LABRES.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Borboletas no Estômago

Porque a vida é poesia e risco
Como a música e seus timbres
Como Borboletas no estômago
Como um gosto amargo, um rebuliço
A vida não é nada, além de poesia e risco!
Um roteiro imaginário, um conflito, um inimigo.
Envelhecidas em seu casulo morrem de amores
Rastejam pela morte, por viverem apenas vinte e quatro horas
Com seus amores.
São borboletas radiantes amarelas pela primavera
Aromas doces feito mel e beija - flores.
Delicia de sentir borboletas no estômago
É o inicio de novos amores.

Luanna Labres.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Apenas Sinta.

Somos seres distintos e desprovidos de qualquer forma de vida
A vida é incerta aos olhos de quem viu a morte em sua frente varias vezes.
Ela se aproxima em vários formatos, esse mundo é ilusório
Cada pessoa nesta vida sabe o que sente, sabe como perdoar
Eu aprendi a perdoar, quando aprendi a amar.
Quando aprendi a amar, meus pais, meu irmão e meus amigos
Passei anos em um buraco com o coração friu
E muitas vezes fiquei incrédula, parada em frente a um penhasco.
Estava pronta á destruir tudo e me tornar cinzas - escuras
Eu apenas queria protelar a hora de dormir e por alguns minutos fiquei cega, em uma agonia que me tornou um saco de lixo preto jogado aos ventos pela forte brisa vinda do penhasco.
Meu rosto ficou desconfigurado por culpa do vazio, por culpa da minha tristeza.
Nunca tinha testemunhado nada tão imprudente em toda a minha vida
Apenas queria um lugar, um lugar perfeito longe dos olhos do mundo.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Menos que nada.

Precisava analisar tudo com uma certa frieza que não cabe a mim.
Pensei certamente essa semana em doar um Rim.
Mas essa parte logicamente não esta boa dentro de mim
Muitas outras também não...
Na verdade estou transtornada,
Também pensei em doar sangue mas iriam recusa - lo no mesmo instante.
Não consigo fazer nada de bom a ninguém.
Tudo é ruim, meu sangue, meu rim...
Não me comporto em casa e muito menos fora.
Sou fresca, metida e desastrada.
Não sei o que fazer, como fazer e muito menos por onde começar a fazer,
Ou seja não farei nada... Não serei nada.
Além de poeira e chuva rala.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Não.

Me ensine como andar sozinha
Meu equilíbrio esta fora da linha
Meus sentidos já não se batem como antes
Meus tons, sons, vozes e balanços...
Atropelam o transito.
Não sei o que fazer, por esses dias não consigo nem escrever
Começo, apago, rasgo folhas...
Ando deixando tudo em pedaços
Mais eu me sinto feliz, sinto que estou feliz
Ao menos desta vez...
Estou estranhando,
Vamos deixar isso pra amanhã
Talvez tudo fique aberto ate mais tarde.
Vamos deixar tudo pra depois...
Deixe pra depois, entende... depois.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Cosmos paralelos em virtude do saber, certa noite me disseram que estou ficando realmente craque nessa coisa de fazer somente o que me faz bem.
Em vez de fazer sempre, somente o que esperam de mim.
Na verdade não esperem nada, somente entendam que pessoas são limitadas, e que idiotas também chegam a ter limites.
Desesperadamente não se apegue a mim, pois estou respeitando minha ideologia, mesmo que ela seja torta.
Admito que você tenha boas habilidades, mas acredito que você jamais ira conhecer seu próprio caráter e a sua forma angustiada e indesejável de amar.
Suas sintonias não são plenas e sua beleza só a por fora.
Você é incapaz de se sentir bem, sem fazer que outros se sintam mal.
Faça algo por você, e não deixe que a escuridão da alma alheia ofusque essa centelha preciosa que você carrega dentro de si.
Às vezes é bom voltarmos a ser o que éramos antes.
Se isso aliviar o peso que carregamos nas costas.
Por tanto saia desse casulo e ignore a mediocridade e os olhares de outros humanos piores que você.


LUANNA LABRES
Ѽ

quinta-feira, 30 de abril de 2009

...

A separação é surreal para corpos que amam
Que se entrelaçam em uma constelação sintética
De desejos absurdos.
Que enxergam nos olhos do outro a pureza da humanidade inexistente.
São cosmos, dois corpos e apenas uma alma.
São como asteriscos que fogem da regra em palavras mal escritas
São palavras inventadas ao pé do ouvido
Que trazem a mim arrepios que insultam meu ser.
São mãos que percorrem meu sexo de forma estrondosa
Acalentando e me molhando de prazer.
O amor é sentir e não sofrer é querer saber...
É poder se perder em cada amanhecer.
É restaurar sentimentos e largar a solidão.
O amor é indispensável em qualquer religião.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Queria eu.

Queria eu ter um Gogo bom como de Chico Buarque
E sair pelo mundo cantando meus poemas de forma mestral
Queria eu ser uma rosa e exalar meu cheiro pela multidão.
Queria eu ser um espinho um bicho de pé, qualquer coisa pra não sair do corpo daquela mulher.

Queria eu ser a lua para clarear suas noites e o sol para iluminar seu corpo.
Queria eu ser a água para matar sua maior cede e tirar todo esse fogo.
Queria eu ser um piano para tocar - te a melhor música.
Queria eu ser seus olhos para ver - me

Queria eu ser um Padre para abençoar - te
Queria eu ser uma ave para levar - te comigo.
Queria eu ser teu abrigo.
Queria eu ser teu amor infinito.

Luanna Labres.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Na Bamba.

Perdida entre pensamentos manipulados por outros acima de mim
Me sinto na garganta do Diabo.
Presa entre minhas paixões.
Andar de mãos dadas somente dentro de casa, pois la fora tudo se acabou.
Todos acham que isso não é amor,
mais á um fogo que arde meu coração, corpo e pulmão.
Despedaçada, entrelaçada na corda bamba da vida
Girando em vários ângulos, estou rodando, rodando.
Fui expulsa, taxada, xingada e manipulada
Eu só queria ser, quem eu sou.
Mostrar o meu amor sem rancor.
É tão difícil expor toda essa dor
Estou sendo salva por um casulo desconhecido.
Mais morrerei por um amor vivido.
Nada nessa vida mais será escondido
Posso me tornar seu inimigo.
Mais na verdade eu já não ligo, não ligo, não ligo.
Sejas você também querido amigo.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Obra.

Poemas que retratam quadros ilustrados e imaginados.
Por mãos e desejos de grandes pintores.
Cores pálidas perdidas entre o vermelho do céu,
que se espalham diante de uma tela sem nada.
Barrocos, abstractos todos mostram seu retrato.
Caricaturas, natureza, barcos e o mar.
Favela, preto e branco, amarelo radiante.
Tintas frescas, borres, marcas de dedos.
Pincel, lápis e folhas de papel.
Artigos, livros e também o inimigo.
Cobra criada, manipulada e gelada.
Dedos indicando, gente molestando.
O que um pintor faz?
Inspiração, contraste, realidade.
Uma obra que poucos sabem visualizar,
aplaudir e imaginar.
Pintores são poetas a desenhar.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Crie.

Encontramos o ardo céu, em um devaneio de cores.
Reflexos do rio claro e flores em suas bordas brotando amores.
Estou em crise, em cheiros e sabores.
Desconfie da vida e da lógica dos que sentem dores.
A dor da alma é a pior que existe
A vida é um rascunho, feito pelo próprio punho.
É um soneto de sabedoria composto por um sábio poeta
O mundo é uma montanha, que se perde na escuridão cheia de gritos.
A chuva em contraste com a solidão, é a sede da menina que se contorce pelo chão.
Desconfie e acredite, malucos estão pelo mundo.
Malucos são poetas, profetas, humanos desvairados.
Estão de branco e com os pés descalços, criando amigos imaginários.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

...

A seres que carregam nos olhos, a cor de suas almas.
A sonhos que foram destruídos por mãos humanas.
Pupilas que se escondem, diante da humanidade.
Humanos que doam vidas por amor, outros a matam.
A homens que carregam no peito uma guerra, e se tornam heróis.
Lutam pela sabedoria de seus filhos, como leões.
A outros, que não se importam.
Me sufoco entre falta de palavras
Cardíaca e imaculada
Quero outros corredores e formas de vida.
Quero que injustos, tenham metas.
Quero que injustos, tenham sabedoria.
Quero que injustos, não sejam tão injustos.

sábado, 18 de abril de 2009

Alguém me modificou....


É introvertido, todo esse sentimento que me faz cantarolar
Canções das quais nem gosto muito...
É fundamental te ter por perto a todo momento.

És tu a melhor parte dos meus bons sentimentos.
Gosto de estar entre cheiros e abraços.
Gestos malucos e corpos desencontrados.

Teu suspiro, meu desejo.
Olhar - me confortavelmente, com olhos tão brilhantes.
Encontrei em você meu porto seguro.
Onde cuido... E sou cuidada.

Entre sinos e safiras das mais caras
Tu és meu maior presente...
Meu sorriso mais sincero...
Entre postagens equivalentes.

Meu ser dividido em partes.
Das quais digo meu sim.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Ao Meu Maior Tesouro.
Maranhão.
Me lembra mulheres de olhos fortes e peles firmes.
Areias que cegam os olhos ao longo da corredeira de fortes ventos, vindos do norte.
Maranhão és mar grande.
Terra de gente poderosa pela paz de espiritu vinda do coração.
És pura beleza entre perolas negras,
Que arregalam meus olhos...
Tremem meu corpo...
Em uma desordem abundante.
És morena dos olhos de Deus.
És perola da infinita sabedoria, vindas do céu.
Luanna Labres

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Ironico.

Ironico seria meu ser, se não sentise energias positivas.
Sinta a força da lua jogando sobre seu corpo uma espécie
De cosmos paralelos, perdidos entre o universo.

Sou tudo o que quero ser, sou tudo o que esperei ser.
Sou tempestade, sou o vento que bate em suas árvores.
Sou o raio mais poderoso que queima sua pele durante o verão.

Sou comica, ironica.
Sou a visão do mundo sofrido de hoje.
Sou o poder de um mundo melhor visto pelo amanhã.

Sou a edição de um livro
Sou o fermento, mais a junção do trigo.
Sou a moderação entre cachaças fortes, e o café do outro dia.

Amarga e doce
Nossa viagem és na terra
Não leve o poder da vida para um túmulo
Leve a loucura ao paraíso insano.
Entre gente limpa e pirada, deste mundo quero somente
minhas meias rasgadas.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Vinho Barato.
Sussurros acalentando a madrugada
Desordeira entre o cinza do inverno
Que chegou cedo.
O sol reluzente por alguns minutos
No entardecer.
Vento gelado, deixando vermelha a ponta do nariz.
Em um canto da casa vinhos tintos baratos
Minhas mãos estão geladas...
E ja não suporto o peso do cigarro.
Me altero entre uma solidão e outra
Somente o vento forte e o friu bate em minha porta.
Estou impune, estendida entre cobertas e filmes antigos.
Equilibro - me entre centros e tapetes sujos
É nessa hora que sinto todo o desespero.
Estou alheia, no meio de tantas garrafas vazias...
Estou vazia como elas.
Algum infeliz humano, por favor
Traga - me o acalento...
E me tire toda essa dor.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Agora.

Meus pensamentos que se perdem, entre os dias que são exibidos no calendário do actual ano.
Entre frias e quentes noites de lua cheia
Sufoco - me entre seus seios e meus anseios.
Válida noite, entre o fim de uma nova estação.
Onde sinto o fraco vento de outras tardes de outono.
Desespero me atinge sem tua presença.
Tuas mãos colam meu corpo entre ponta pés e desejos loucos.
Tu és realidade em meus dias
És dedos, sobre dedos... em mãos opostas.
Estou a traçar contigo um mesmo caminho.
Entre pegadas de outros tamanhos.
Quero simbolizar nosso espírito, transformar nossa alma.
Entre desejos desvairados, que somente nós sentimos.
Entre segredos meus e teus que cultivamos ao vão dos dias.
O significado de teu nome é sagrado.
És abençoado e grande como o mar, calmo como um vento fresco.
Límpido como o verde da natureza.
És bela morena, és forte.
És tupi, és mar grande.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Feliz da vida.

Feliz ao amanhecer, no dia desta nova data.
Feliz pelo meu trabalho e esforço continuo.
Feliz pela familia e pelos amigos.

Feliz pela natureza verde.
Pelo vento, árvores e folhas.
Feliz pelo outono e suas tardes frescas.

Feliz por sentir o coração bater.
Feliz por ter você, por ter você...

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Dedicado a uma grande amiga.

UM RISCO!

Deixe que exista dentro de ti, a vontade de amar o mundo sem suas maldições...
O desejo de amar vejo em seus olhos que são tão doces...
Em cada pedaço seu vejo lamentações...
Como a do vento, das árvores, das estrelas.
Tu sabes, que ser muito livre...
É ser muito triste também.
Não queiras que tua fala amorosa Se perca no meio de tantas faces desesperadas...
Preciso de ti agora, pois não sei quando irei partir.
A linha da vida não é tão extensa como nossos sonhos...
Teus sonhos enlaçarão outros sonhos perdidos pela madrugada...
E uma voz desordeira, mas com tanta serenidade.
Acalentará os caminhos de tua carne...
Será o teu futuro menina radiosa...
Pois nos becos dessa cidade sobrarão apenas outros de meia idade
E sua angustia da mocidade.
Luanna Labres.
Ѽ

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Meninas São Cristais, são transparentes
Claras em suas sabedorias orientais
São jardins em cheiro de rosas
São quentes e frias, dependentes de suas tempestades.

São Hostis, geniais, independentes são tais
Sejas lá, advogadas, arquitetas ou domésticas
São meninas, mulheres com desejos e anseios
Que cabem somente no espirito de cada uma delas.

São elas, são delas.
Há umas que sejam de favelas
São delas mesmo não sendo belas donzelas
Entre pés rachados, unhas bem feitas
Não importa qual seja á mulher, todas são parideiras.

Meninas são de faces, cultivam mistérios diante de uma dor
Sentem as cólicas nas madrugadas pela mocidade que chegou
Mulheres sentem a dor da vida, derradeira entre pernas e barrigas
Nas madrugadas frias sentem a dor dos anos que se passou.

Meninas Mulheres, Mulheres Meninas.
Sejam no Brasil ou na china.
De sete a oitenta e sete.
Meninas são belas, Mulheres são delas.


LUANNA LABRES.