terça-feira, 25 de agosto de 2009

Bruno Andre.




BOM DIA FLOR DO DIA!


me acorde no ponto mais alto do sol abraça-me em busca da cura para que tudo se vá de uma vez das lágrimas que caíram na calçada a natureza já levou da leve sensação que será difícil, eu sei.


não temer é tolice e perder é necessário chorar derrotas futuras não lhe fará vencer é essa a menina que espera o futuro engasgando o presente por anciar os próximos minutos


sei que pode ver alémmas não ve nossos mares de libertação dos males que não voltarão ficaram nossas cançoes e sorrisos pretenciosos juvenis


é essa a menina que aguarda os bons frutos ela precisa se ausentar tirar o azul de suas veias retornar para o seu caminho amar e amar...


pra você o horizonte à lhe esperar das cores do seu cachecol em buchechas de maçãs nesse indo e vindo constante de escolhas de palavras tão singelas


para abraçar e ser abraçada como a onda que chega na praia calma sem se importar em ter que voltar


agora é mulher e nem notarás que as madeixas cresceram mas o futuro é ali e não precisa ser complexo! precisa ser vivido...




Eu te amo, Obrigada por estar em minha vida.


Sem titulos e sem creditos.


Diante dessa minha incapacidade de por um freio nesse meu jeito de mostrar como eu amo, não busco lógica em nada que eu faço... no fim de tudo sou quem junta os pedaços dessa paixão que se aninha apenas no meu coração... É só me olhar para você ver como eu sou, eu sou do tipo que não vive de aparências e quando eu amo, eu amo mesmo sem medir as consequências, e no amor sou eu quem sempre sai ferido por me entregar de corpo e alma aos carinhos, não tenho forças e por amar demais não sei agir com a razão!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Espinhos e Fardos.


Existem dias que a soberania

Exala pelos corpos dos seus

Distintos humanos.


Nessa soberania se acomodam

Espinhos e alguns fardos.


Fardos que transmitem

Pontos de realidade...

Da cura insana

De mentes doentes


Estes que atingem o ego dos ditos

Humanos de verdade.


LUANNA LABRES.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009


Deus não da o mel ao amargo.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

MODERAÇÃO.


Paredes de concreto

Olhos fechados

Escuro.


Multidão em pés descalços

Exames de rotina

Turbilhão.


Unhas ruídas

Terra no buraco

Outra vida.


Pais distantes

Filhos reprimidos

Desequilíbrio.



LUANNA LABRES.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

D.


Gosto de um verbo que se conjugou, no meu corpo a muito tempo.
Com um sabor á pedra no sapato... Sabe o verbo sem sujeito, substanciado na saliva que falta?
Não me arrependo das horas que perdi a esperar - te. Meu inverno este ano terá asas e não serás tão cinzento... Recordaras de cores amplas e vivas. Quero um inverno a teu lado... Um monumento de boas memórias e histórias subcutâneas.
Mas por vezes minha querida, escuto no quarto um escuro muito vazio.
Fico mordiça por entre os lençóis que não tem o peso que preciso, ponho - me a pensar que tudo me foge, que não sou uma alquimista de pólos inversos e que nada reluz em minhas mãos.
Sabe, amor, por vezes o vazio é tão grande que parece que vai engolir - me naquela cama desfeita onde se aninha a vontade de ser contrabandeada num negocio de beijos e abraços.
Sinto saudades do teu tacto.
Sinto saudades tuas. - Daquelas constelações do teu olhar a pingar ofegante entre estrelas voadoras... Comovidas voaras contigo por todas as terras da coragem.

Entretanto só queria lhe dizer, que gostaria de ter com quem partilhar a máquinas de lavar roupas.