A separação é surreal para corpos que amam
Que se entrelaçam em uma constelação sintética
De desejos absurdos.
Que enxergam nos olhos do outro a pureza da humanidade inexistente.
São cosmos, dois corpos e apenas uma alma.
São como asteriscos que fogem da regra em palavras mal escritas
São palavras inventadas ao pé do ouvido
Que trazem a mim arrepios que insultam meu ser.
São mãos que percorrem meu sexo de forma estrondosa
Acalentando e me molhando de prazer.
O amor é sentir e não sofrer é querer saber...
É poder se perder em cada amanhecer.
É restaurar sentimentos e largar a solidão.
O amor é indispensável em qualquer religião.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
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