
Vejo do outro lado da cidade
Reflexos e luzes presos entre
Pessoas que andam pelo mesmo lado.
Sento - me ao lado de amigos
Em um lugar afastado.
Ali um edredom colorido e estampado,
Observo todos atentos e meio largados...
Fico a pensar nos encaixes em que nos
Levou ate ali.
Dos berços da maternidade
Ao trago do cigarro...
vodka pura alimente seu organismo
Assim trazendo um pouco de felicidade.
Ao menos é isto que muitos acham...
Certas bebidas não tocam teu coração
Mais mostram o outro lado desta insana
Humanidade.
Não desejo outra vida!
Assim vejo todos os traços
Todos os lados...
Pessoas como eu, talvez não conquiste
Tantas coisas vindas da sociedade...
Pois estas sabem ser ruim,
E nunca olham prós lados...
Acham que somos a podridão do mundo
Mais são eles que fazem do mundo
Um centro de egoísmo sujo.
Não sinto vergonha do que sou
Sinto pena de quem nunca soube
Valorizar todas as formas de amor.
Neste momento estou parada olhando todos eles,
A forma que cada um sorri...
Eu, estava ali... Olhando para mim.
LUANNA LABRES
Participaram deste poema: Talita, Filipe, Renan, Júnior, Daniella e Nilo.

Amor.
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