quarta-feira, 2 de setembro de 2009


Menina de sonhos

Que um dia na amargura

Transbordou lágrimas diante da escuridão...


Menina de rosto leve, alma pesada

Era quase uma pedra teu coração...


Menina de rosas, pele macia

De sonhos loucos se fazia...


De tanto que sonhou, um dia morreu

Sem deixar ás sobras do que passou...


Era disvirgem, descrente...

Ausente dos sonhos que nunca realizou.


Luanna labres.

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